Para muitos, o silício, o material predominantemente nessas células, é quase equivalente à inovação tecnológica. Porém, apesar de ser o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre e ser essencial em tantas indústrias, o silêncio tem suas limitações quando o assunto é aquisição de luz.
Mas isso está prestes a mudar, graças a um estudo inovador realizado pela equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Irvine (UC Irvine).